Não é fácil.
E não me vem nada na mente, alguma dessas frases perfeitas que expressam tudo que a gente tá sentindo.
Eu tenho dúvidas, eu tenho medo, e tenho remorso... eu sinto dor, e sinto amor, e sinto falta.
Por que a vida não é de uma estrada só? Que a gente segue, sabe onde vai dar, aquelas estradas calmas, e certas... ae fico assim, sem saber o que fazer.
Caramba, eu sei o que fazer, tenho que fazer o certo, mas o certo dó no peito, infelizmente.
Enfim, tomei uma decisão... que me aperta o peito, fere a alma, mas é o correto a fazer. Sei que vai doer hoje, talvez até amanhã, mas o futuro dirá que foi a decisão correta.
Só espero que entendam.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
!@#$%¨&*
Sabe quando você se sente totalmente perdido?
Eu tô cheia de coisa pra fazer, e minha mente está tão lotada que não consigo pensar em mais nada.
Sim, eu preciso da minha casa, preciso da minha mãe e do meu pai.
Eu não quero mais isso pra mim, essa vida sem medida, isso não me preenche mais...
Precisando de palavras sinceras, ou sei lá mais o que.
Vontade de fazer tanta coisa que é impossível aos meus olhos, medo de magoar as pessoas...
Eu queria mesmo ficar em casa afundada na cama, nos lençóis, sem ninguém falar comigo, eu queria uma vida que valesse à pena, queria fazer coisas que eu visse alguma finalidade, um sentido.
Isso que Tô vivendo não é vida, eu não tô feliz. E só eu sei como é quando deito a cabeça no traveisseiro, e tento dormir, mas aí o sono não vem. Eu pedindo a Deus pra que isso acabe logo.
Eu preciso crescer.
E é como se tudo isso que eu sonhei, o que realmente espero, não fosse vir, não fosse acontecer, não foi feito pra mim.
Eu tenho lembranças, e quando ouço aquela música eu me lembro de como era, e é isso que me deixa triste, ver no que se tornou, e eu não sei o que foi, não sei onde foi o erro.
Eu tinha tudo planejado já, seria uma vida bem feliz, aí agora não tenho mais nada e não consigo sentir mais nada, e às vezes isso nem me dói.
Eu tô cheia de coisa pra fazer, e minha mente está tão lotada que não consigo pensar em mais nada.
Sim, eu preciso da minha casa, preciso da minha mãe e do meu pai.
Eu não quero mais isso pra mim, essa vida sem medida, isso não me preenche mais...
Precisando de palavras sinceras, ou sei lá mais o que.
Vontade de fazer tanta coisa que é impossível aos meus olhos, medo de magoar as pessoas...
Eu queria mesmo ficar em casa afundada na cama, nos lençóis, sem ninguém falar comigo, eu queria uma vida que valesse à pena, queria fazer coisas que eu visse alguma finalidade, um sentido.
Isso que Tô vivendo não é vida, eu não tô feliz. E só eu sei como é quando deito a cabeça no traveisseiro, e tento dormir, mas aí o sono não vem. Eu pedindo a Deus pra que isso acabe logo.
Eu preciso crescer.
E é como se tudo isso que eu sonhei, o que realmente espero, não fosse vir, não fosse acontecer, não foi feito pra mim.
Eu tenho lembranças, e quando ouço aquela música eu me lembro de como era, e é isso que me deixa triste, ver no que se tornou, e eu não sei o que foi, não sei onde foi o erro.
Eu tinha tudo planejado já, seria uma vida bem feliz, aí agora não tenho mais nada e não consigo sentir mais nada, e às vezes isso nem me dói.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
[.................]
Não existem decisões fáceis. Tudo é relativo.
Pensar no que a gente quer fazer se torna tão difícil e massacrante.
Penso que as coisas acontecem na hora certa, ou errada, mas se eh hora, só o tempo dirá, aliás, ele é o senhor das horas.
Costumava saber da minha vida, e contar meus passos, governar meu destino, ser senhora dele.
Costumava fazer vários planos, e seguir uma linha que me levaria ao lugar onde deveria chegar.
Uma vida tão milimetricamente calculada que fechava os olhos pra o que estava ao meu lado.
Dia desses abri os olhos, e foi tão bom ver o infinito, o paraíso, horizonte infindável de possibilidades que se revelam na minha frente, sem querer.
É como enxergar além de todas as coisas e perceber a profundidade delas, eu me sinto no mesclo de liberdade e aprisionamento, uma sensação de euforia me invade e ao mesmo tempo se torna culpa.
Não deveria pensar tanto nas coisas, por que não deixar que o rio corra e desague onde ele quizer?
Por que ter sempre que interromper a ordem, o curso?
Eu sei que não sei mais de nada, calas toda a voz q há em mim, e só de pensar me dói a alma, não quero mais pensar, que o rio corra e me leve para onde ele desejar.
Pensar no que a gente quer fazer se torna tão difícil e massacrante.
Penso que as coisas acontecem na hora certa, ou errada, mas se eh hora, só o tempo dirá, aliás, ele é o senhor das horas.
Costumava saber da minha vida, e contar meus passos, governar meu destino, ser senhora dele.
Costumava fazer vários planos, e seguir uma linha que me levaria ao lugar onde deveria chegar.
Uma vida tão milimetricamente calculada que fechava os olhos pra o que estava ao meu lado.
Dia desses abri os olhos, e foi tão bom ver o infinito, o paraíso, horizonte infindável de possibilidades que se revelam na minha frente, sem querer.
É como enxergar além de todas as coisas e perceber a profundidade delas, eu me sinto no mesclo de liberdade e aprisionamento, uma sensação de euforia me invade e ao mesmo tempo se torna culpa.
Não deveria pensar tanto nas coisas, por que não deixar que o rio corra e desague onde ele quizer?
Por que ter sempre que interromper a ordem, o curso?
Eu sei que não sei mais de nada, calas toda a voz q há em mim, e só de pensar me dói a alma, não quero mais pensar, que o rio corra e me leve para onde ele desejar.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
[=]
É preciso ser forte, mesmo quando você não tem nada a oferecer.
Você demonstra convicção quando quer somente um lugar pra se esconder, e é tão difícil ser o refúgio de alguém.
Ás vezes eu queria somente viver, tipo pessoas normais e sem responsabilidade, sei lá.
Não aguento mais ter a força que eu não tenho e sentir o que eu não sinto.
Sobrecarregada demais.
Você demonstra convicção quando quer somente um lugar pra se esconder, e é tão difícil ser o refúgio de alguém.
Ás vezes eu queria somente viver, tipo pessoas normais e sem responsabilidade, sei lá.
Não aguento mais ter a força que eu não tenho e sentir o que eu não sinto.
Sobrecarregada demais.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Eterno amor.
Jean Pierre Jeunet fez sucesso com O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. O filme, cuja protagonista era interpretada por Audrey Tatou, conseguiu um considerável sucesso de público, principalmente ao se considerar que é um filme francês. A crítica, por sua vez, desfez-se em elogios também, sendo a maior parte dos comentários negativos devido ao estilo do diretor, que por sua vez é caracterizado por seus fãs como original e inventivo. E agora, no dia 26 de novembro, estreará nos EUA A Very Long Engagement, ou Un Long Dimanche de Fiançailles, com Jean Pierre Jeunet na direção e, novamente, Audrey Tatou como a protagonista.

A história do filme é atraente e intrigante: Mathilde, uma jovem garota que sofre das conseqüências de poliomelite, está apaixonada por Manech, um soldado na Primeira Guerra. Mathilde passa seus dias esperando rever seu amor, até que um dia descobre que ele foi julgado pela corte marcial e mandado para uma das áreas mais perigosas da guerra. Tudo parece perdido, mas Mathilde (aí relembrando em muito Amélie Poulain) resolve sair em busca de Manech, aventurando-se pela Europa destruída pela Guerra. O enredo indica que, apesar de alguns pontos em comum com o último sucesso de Jeunet, A Very Long Engagement pode vir a ser um filme original e interessante.

A história do filme é atraente e intrigante: Mathilde, uma jovem garota que sofre das conseqüências de poliomelite, está apaixonada por Manech, um soldado na Primeira Guerra. Mathilde passa seus dias esperando rever seu amor, até que um dia descobre que ele foi julgado pela corte marcial e mandado para uma das áreas mais perigosas da guerra. Tudo parece perdido, mas Mathilde (aí relembrando em muito Amélie Poulain) resolve sair em busca de Manech, aventurando-se pela Europa destruída pela Guerra. O enredo indica que, apesar de alguns pontos em comum com o último sucesso de Jeunet, A Very Long Engagement pode vir a ser um filme original e interessante.
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"Você tem olhos de quem espera."
Só não sei o que espero.
Uma atitude? Um futuro?
Por quanto tempo esperarei?
Eu também sei ter dúvidas, eu também sinto medo.
Eu também preciso de alguém, e sempre.
Eu também choro sozinha.
Às vezes, mas só as vezes, eu queria sentir.
Só não sei o que espero.
Uma atitude? Um futuro?
Por quanto tempo esperarei?
Eu também sei ter dúvidas, eu também sinto medo.
Eu também preciso de alguém, e sempre.
Eu também choro sozinha.
Às vezes, mas só as vezes, eu queria sentir.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
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