"Você tem olhos de quem espera."
Só não sei o que espero.
Uma atitude? Um futuro?
Por quanto tempo esperarei?
Eu também sei ter dúvidas, eu também sinto medo.
Eu também preciso de alguém, e sempre.
Eu também choro sozinha.
Às vezes, mas só as vezes, eu queria sentir.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
domingo, 12 de outubro de 2008
-____-
Eu tô com uma vontade enorme de embora, não aguento mais lembrar, por isso tenho que esquecer, pois eu sei que vai passar.
Mas enquanto não passa, machuca demais, e isso eh ruím, pq faz a gente deixar de ter fé que vai dá certo, não deveriam exixtir momentos assim, deveria ser mil maravilhas sempre.
Mas enquanto não passa, machuca demais, e isso eh ruím, pq faz a gente deixar de ter fé que vai dá certo, não deveriam exixtir momentos assim, deveria ser mil maravilhas sempre.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Cada um sabe de si, e eu não sei de mim.
Eu não sei o que vi aqui
Eu não sei prá onde ir
Eu não sei porque moro ali
Eu não sei porque estou
Eu não sei prá onde a gente vai
Andando pelo mundo
Eu não sei prá onde o mundo vai
Nesse breu vou sem rumo
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem
Cada um sabe dos gostos que tem
Suas escolhas, suas curas
Seus jardins
De que adianta a espera de alguém?
O mundo todo reside
Dentro, em mim
Cada um pode com a força que tem
Na leveza e na doçura
De ser feliz.
(Onde ir - Vanessa da Mata)
Eu não sei prá onde ir
Eu não sei porque moro ali
Eu não sei porque estou
Eu não sei prá onde a gente vai
Andando pelo mundo
Eu não sei prá onde o mundo vai
Nesse breu vou sem rumo
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem
Cada um sabe dos gostos que tem
Suas escolhas, suas curas
Seus jardins
De que adianta a espera de alguém?
O mundo todo reside
Dentro, em mim
Cada um pode com a força que tem
Na leveza e na doçura
De ser feliz.
(Onde ir - Vanessa da Mata)
O cheiro do ralo.
Eita lê-lê!
Faz tempo que não venho aqui conversar comigo mesma...
¬¬
Ah, é que falta tempo, ou faltam palavras, parece que elas acabaram, sei lá.
Sou uma escritora de momentos tristes, quando as coisas estão felizes, eu não tenho inspiração...
Se bem que hoje, excepcionalmente, não tô muito bem, aí vai ver que é por isso que estou aqui... é como eu digo, aqui é minha penseira, meu esconderijo, só não é secreto, mas faz bem, porque parece que quando escrevo as coisas aqui, elas se tornam menores.
É como se escrever tivesse o poder de resolver problemas, ou pelo menos, fazer com que eu me preocupe menos com eles.
Hoje eu assisti um filme muito doido, O cheiro do ralo, tah, todo mundo já assistiu... sou sempre a última... òó
Voltando, pelo meio da história do filme, o cara se apaixonava pela bunda de uma menina, não, não era pela menina, mas era pela bunda dela... poderia ser até uma bunda sem cérebro, desde que fosse a maldita bunda. E ele não queria que ela desse a bunda pra ele, ele queria comprar, porque se ele comprasse não teria q satisfazer nenhuma posterior cobrança, é como se o dinheiro tirasse dele toda responsabilidade. E ela tinha que vender porque queria, não porque ele obrigou, a culpa e responsabilidade tinham que ser 100% dela.
É, uma doidera o filme, mas me faz pensar, nos faz pensar, se gostam de mim, ou da minha bunda, ou do meu peito, ou do dinheiro que eu não tenho, ou da alegria que eu não tenho, ou até mesmo da expontaneidade que eu também não tenho.
Dou tudo isso (menos bunda e peito), não preciso vender, mas dou porque quero, então a responsabilidade se torna toda minha, não posso exigir nada mais.
Li isso por aí e achei legal: "Não trate como prioridade quem te trata como opção."
Faz tempo que não venho aqui conversar comigo mesma...
¬¬
Ah, é que falta tempo, ou faltam palavras, parece que elas acabaram, sei lá.
Sou uma escritora de momentos tristes, quando as coisas estão felizes, eu não tenho inspiração...
Se bem que hoje, excepcionalmente, não tô muito bem, aí vai ver que é por isso que estou aqui... é como eu digo, aqui é minha penseira, meu esconderijo, só não é secreto, mas faz bem, porque parece que quando escrevo as coisas aqui, elas se tornam menores.
É como se escrever tivesse o poder de resolver problemas, ou pelo menos, fazer com que eu me preocupe menos com eles.
Hoje eu assisti um filme muito doido, O cheiro do ralo, tah, todo mundo já assistiu... sou sempre a última... òó
Voltando, pelo meio da história do filme, o cara se apaixonava pela bunda de uma menina, não, não era pela menina, mas era pela bunda dela... poderia ser até uma bunda sem cérebro, desde que fosse a maldita bunda. E ele não queria que ela desse a bunda pra ele, ele queria comprar, porque se ele comprasse não teria q satisfazer nenhuma posterior cobrança, é como se o dinheiro tirasse dele toda responsabilidade. E ela tinha que vender porque queria, não porque ele obrigou, a culpa e responsabilidade tinham que ser 100% dela.
É, uma doidera o filme, mas me faz pensar, nos faz pensar, se gostam de mim, ou da minha bunda, ou do meu peito, ou do dinheiro que eu não tenho, ou da alegria que eu não tenho, ou até mesmo da expontaneidade que eu também não tenho.
Dou tudo isso (menos bunda e peito), não preciso vender, mas dou porque quero, então a responsabilidade se torna toda minha, não posso exigir nada mais.
Li isso por aí e achei legal: "Não trate como prioridade quem te trata como opção."
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
.
Faz quase um mês que não venho aqui =/
Enfim, é que não tenho muito pra contar, nem pra desabafar.
Acho que eu estou confusa, mas acho também que isso não é novidade.
O problema é que eu quero sempre muito, e quero da melhor maneira possível, eu não aprendi que as coisas não acontecem do jeito que a gente quer, e que as pessoas sentem diferente e demonstram diferente.
As vezes as pessoas me cansam, e eu tenho uma enorme vontade de simplesmente evitá-las, eu tenho vontade de ir embora, somente.
Acho que eu nasci pra ficar só, mas eu nem ligo, pq qnd estou só, é quando me sinto mais bem acompanhada, pq eu me entendo, e eu gosto de mim.
Talvez tenha um problema existencial nisso tudo, ou talvez eu nem seja daqui, talvez eu use palavras vãs e ninguém entenda o que eu digo, talvez seja somente mais uma besteira que eu não arranjei palavras bonitas o bastante pra contar, aí a besteira fica somente besta.
As vezes a gente enfeita demais, mas no fundo sabemos que a coisa não é bonita.
As vezes eu quero somente correr, ou ficar parada quem sabe, encolhida, num canto da casa, mas a casa não é so minha, e eu não sou só minha, estou de tal maneira enlaçada a isso tudo, que chego a pertencer, não sou mais minha, sou da situação.
Ontem faltou energia, e eu tava na rua, eu simplesmente me sentei numa calçada, e esperei a energia voltar pra continuar meu caminho, mas não poso mentir, eu senti medo.
Enfim, é que não tenho muito pra contar, nem pra desabafar.
Acho que eu estou confusa, mas acho também que isso não é novidade.
O problema é que eu quero sempre muito, e quero da melhor maneira possível, eu não aprendi que as coisas não acontecem do jeito que a gente quer, e que as pessoas sentem diferente e demonstram diferente.
As vezes as pessoas me cansam, e eu tenho uma enorme vontade de simplesmente evitá-las, eu tenho vontade de ir embora, somente.
Acho que eu nasci pra ficar só, mas eu nem ligo, pq qnd estou só, é quando me sinto mais bem acompanhada, pq eu me entendo, e eu gosto de mim.
Talvez tenha um problema existencial nisso tudo, ou talvez eu nem seja daqui, talvez eu use palavras vãs e ninguém entenda o que eu digo, talvez seja somente mais uma besteira que eu não arranjei palavras bonitas o bastante pra contar, aí a besteira fica somente besta.
As vezes a gente enfeita demais, mas no fundo sabemos que a coisa não é bonita.
As vezes eu quero somente correr, ou ficar parada quem sabe, encolhida, num canto da casa, mas a casa não é so minha, e eu não sou só minha, estou de tal maneira enlaçada a isso tudo, que chego a pertencer, não sou mais minha, sou da situação.
Ontem faltou energia, e eu tava na rua, eu simplesmente me sentei numa calçada, e esperei a energia voltar pra continuar meu caminho, mas não poso mentir, eu senti medo.
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